Confira os destaques da live com Christian Iveson, da Giant Steps

Nesta live, Christian Iveson, da Giant Steps, abordou a questão das estratégias quantitativas e tecnologia. Veja como foi o bate-papo.
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No dia 14 de maio, o Gorila fez uma live com Christian Iveson, da Giant Steps. Guilherme Assis, CEO do Gorila, comandou o bate-papo transmitido pelo YouTube, que teve como tema os fundos quantitativos e a tecnologia. 

Formado em engenharia de produção pela USP e com Mestrado em Finanças e Economia pela FGV, Christian trabalhou na mesa de derivativos do Dresdner Bank, Deutsche Bank e BNP Paribas antes de se tornar sócio-fundador da maior gestora quantitativa da América Latina, a Giant Steps Capital. 

Com um background em matemática, Christian sempre trabalhou no mercado financeiro. Por volta de 2012, juntou com um ex-colega, Jorge Laranjeira, e tiveram a ideia de começar uma estratégia quantitativa.

“A gente trabalha com métodos quantitativos. Trabalhávamos para precificação, análise de risco. E a gente perguntava porque essa tecnologia não poderia ser utilizada também para criar resultado, para criar modelos. Dado que lá fora é comum isso acontecer E no Brasil era uma indústria completamente incipiente. Então a gente se juntou e teve a ideia de formar a gestora. Começamos com nosso dinheiro próprio e fomos catequizando”, explica Christian. 

O que são fundos quantitativos?

No Brasil, o mercado de fundos quantitativos ainda é pequeno, mas Christian destaca como o cenário é diferente no exterior: “Se você pegar uma estatística 70% dos maiores fundos lá fora são de alguma forma quantitativos ou têm estratégias quantitativas vinculadas a eles”.

Ao longo desses 8 anos, a Giant Steps foi expandindo a equipe e contratando mais gente. Hoje possuem duas estratégias quantitativas que são o carro-chefe da casa: o Zarathustra e o Sigma.

Ainda há muita dúvida sobre o que afinal faz um fundo quantitativo. Christin explica: “A gente gosta de desmistificar que não só o computador pensando sozinho decidindo as coisas. Os fundos quantitativos nada mais são do que fundos com uso intenso de tecnologia. Todo mundo usa tecnologia de alguma forma. A questão é que nós usamos de forma intensiva. A quantidade de dados que temos hoje e a velocidade com que vai crescendo essa base de dados cada vez torna mais difícil para ser humano conseguir analisar sozinho todos os dados que estão vindo”. 

E você deve se perguntar como fica a função do gestor, não é mesmo? Sobre esse ponto Christian ressalta que “nosso caso, é justamente poder imputar, filtrar os dados e colocar no computador para ter um algoritmo que utiliza todos esses dados”. A função do gestor vem em como fazer o computador tratar esses dados. 

“Antigamente tinha poucos players operando no mercado, o conhecimento era baixo e você conseguia ter retorno de uma forma bem mais simples. Hoje em dia você precisa de tecnologia intensa para conseguir obter esse mesmo grau de resultado”, complementa Christian. 

Assista a transmissão completa da live com Christian Iveson, da Giant Steps. 

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